Aviso rápido: Neste artigo, abro o coração sobre minha relação com o corpo, o uso de medicação e a mudança de comportamentos. Se você já conhece a proposta da plataforma e chegou aqui buscando o meu link de parceria com a Voy para iniciar seu acompanhamento, [clique aqui para acessar direto]. Se quiser entender os bastidores dessa mudança de mentalidade, vem comigo na leitura.
Ninguém nasce odiando o próprio corpo. A gente aprende. No meu caso, o aprendizado começou cedo. Cresci em uma família que sempre demonizou o corpo gordo, mesmo sendo formada majoritariamente por pessoas obesas. Minha juventude foi acompanhada pela visão constante dos meus pais tentando dietas extremas, remédios e fórmulas mágicas para emagrecer.
Aos 16 anos, eu já tomava medicações de origem duvidosa, esgotava meu corpo com privações severas e nunca conseguia sustentar a perda de peso a longo prazo. Foi só depois dos 30 anos que iniciei uma transição comportamental real, entendendo que a relação com o nosso físico vai muito além da força de vontade.
A ciência do tratamento: medicação como ferramenta, não milagre
Existe um capital social enorme atrelado à magreza. A sociedade nos ensina a mirar em um padrão inatingível e nos crucifica por não termos a “disciplina” para chegar lá. Mas a literatura científica contemporânea é clara ao desmentir o mito de que o peso é apenas uma questão de escolha. A obesidade é uma doença crônica e neuro-metabólica.
Quando decidi tratar minha saúde de forma séria, montei uma rede de apoio multidisciplinar: endocrinologista, nutricionista e psicólogo. Na primeira fase desse tratamento, utilizei medicação para ajudar no controle de peso, prescrita por um médico. Mesmo em dosagem mínima, a medicação funcionou exatamente como a ciência aponta hoje: estudos recentes, como os publicados no The Lancet (2024) sobre o uso de agonistas duplos (GIP/GLP-1), reforçam que a medicação reduz o “ruído metabólico” e a inflamação, criando o ambiente biológico necessário para que as mudanças de estilo de vida finalmente se sustentem.
Ver os primeiros resultados me animou profundamente. O remédio me deu o fôlego inicial, mas a manutenção exigiu (e exige) terapia, reeducação alimentar e movimento.
O movimento como performance, não como punição
Minha virada de chave definitiva aconteceu quando parei de usar o exercício como castigo. Fui procurar atividades físicas que eu não odiasse, em ambientes onde eu não sentisse que estava sendo julgado. Encontrei refúgio na Yoga e na Bike Indoor.
Tomei gosto pelo movimento porque a meta deixou de ser a estética e passou a ser a performance. Eu queria me alimentar melhor para executar as posturas da Yoga com estabilidade e aguentar a carga da bicicleta. A ciência comportamental comprova isso: a motivação intrínseca (funcionalidade e superação) gera uma adesão muito maior do que a culpa estética.
Onde a Voy entra nessa história?
É exatamente por entender a complexidade desse processo, e por saber o quanto somos machucados por promessas irreais na internet, que sou extremamente criterioso com quem associo o meu nome.
Antes de firmar essa parceria, fiz questão de conversar com o time interno da Voy. O que me deu total segurança para indicá-los foi a seriedade e o foco no acompanhamento clínico, em vez do foco isolado na balança. A Voy não promete resultados milagrosos. O apelo deles é oferecer um ecossistema de cuidado real: conectar pacientes a profissionais de saúde qualificados para um acompanhamento estruturado, contínuo e baseado na ciência.
Qualquer ferramenta terapêutica ou protocolo indicado através da plataforma só é utilizado se prescrito por um médico, após uma avaliação rigorosa do seu contexto, dos seus exames e da sua realidade.
Se você está exausto de lutar sozinho contra o próprio corpo e entende que precisa de uma abordagem séria para mudar a sua rota metabólica, recomendo que conheça a plataforma da Voy [Inserir Link Aqui]. O acompanhamento é desenhado para você, afinal, na saúde não existe uma linha de chegada padronizada. O cuidado é único e o resultado é individual.
Este conteúdo é patrocinado pela Voy.
