Um tapinha não dói (?)


O universo sexual poderia ser dividido entre dois tipos de pessoas: as que adoram um tapinha e as que não curtem de jeito nenhum. Nenhum dos dois lados está certo ou errado, mas aqui estamos falando única e exclusivamente de tapinhas consentidos. Qualquer outro tipo de tapa ou coisa que não seja permitida pelo outro na cama é agressão e nós repudiamos isso aqui no blog.

Quando você tá conhecendo alguém, não dá pra pular do tópico “séries que a pessoa está assistindo no momento” direto para “e aí, curte um tapinha?”. Então muitas vezes a gente segura a curiosidade e deixa pra descobrir na hora mesmo. Se os dois pertencerem ao mesmo lado é só alegria. Mas quando você percebe que vocês estão em times diferentes… rola aquela decepção.

Nada pior do que estar doida para a outra pessoa sentar a mão no seu bumbum e ela estar lá, só no beijinho, te alisando como se você fosse a mais delicada das massas de pão doce. Assim como também é muito triste ficar segurando a mão porque a outra pessoa claramente gosta de ser tratada como se fosse uma estátua de cristal.

E arriscar um tapinha sem ter certeza pode ser o maior corta-clima da história.

Claro que a gente sempre torce para que a outra aprenda a gostar do nosso lado. Quem nunca arriscou um sexo mais violento pode se surpreender, assim como aquela pessoa que dá vinte tapas por segundo pode ver que sexo pode ser muito bem aproveitado mesmo sem a pancadaria rolando solta. Sexo também é experimentação. E se permitir explorar coisas novas é fundamental.

Pra quem nunca tentou, fica o convite: bora dar (e receber) umas palmadas?

Se esse assunto te interessa, você vai curtir mais ainda esse vídeo do Kama Sussa sobre BDSM. Se sua referência de BDSM é Cinquenta Tons de Cinza, cuidado, você andou sendo mal informado. Vem comigo que eu te explico como o que é, como funciona e ,acima de tudo, te mostro que BDSM não é bagunça!

 

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