[+18] Sexo.com – Um conto pra quem gosta de ficar assistindo


Digitou: “www.elela…”. Era o site de um casal exibicionista; ele, assíduo usuário, possuía uma assinatura mensal ao custo de quarenta reais, que aparecia na fatura do cartão de crédito com o nome de TELENUS SERV. AUDIOVISUAL, e dava a opção de, além do acesso ao acervo de mais de cem vídeos, uma vez por mês assistir a gravação de uma cena de vinte minutos. Hoje era dia.

Fez o de sempre: Por morar sozinho, não precisava trancar portas, apenas apagou as luzes e criou seu próprio Cine Arouche; às 2355h estava com o short e cueca na altura das coxas, sem camiseta, o pedaço de papel higiênico posto ao lado direito do monitor, a mão direita pressionando o pau enquanto a esquerda ficava livre para mexer em teclado e mouse – punheteiro de longa data. Esperava a habitual saudação dela, um estalar de lábios bem próximo da câmera, que era sucedido por um sorriso largo.

0000h ela aparece o saudando, com a tradicional máscara escondendo um pouco o rosto, e se distancia da câmera colocada de frente para uma cama king size; usava um lingerie preto, sem transparência, mas sensual. Deixou uma música de fundo, Two Weeks, da FKA Twigs, e rebolava de costas ao som da melodia, exibindo a calcinha fio dental que era engolida por uma bunda bem torneada, agraciada pela genética e esculpida em horas de academia. As mãos contornavam o próprio corpo, indo das coxas aos peitos, passando pela barriga e massageando a bunda, abrindo-a delicadamente; o assinante inicia uma punheta vagarosa, ditado pelo ritmo dela.

Ao final da música, surge a parte que completaria o casal e a toma pelos peitos, apertando-a contra o seu corpo: Um homem usando uma máscara idêntica a dela, com uma tatuagem no braço direito (o rosto de um urso), trajando somente uma cueca boxer, e o corpo bem desenhado também por algumas horas diárias na academia, o que sugeria que malhassem juntos. Dá um beijo leve no pescoço dela, enquanto ela contorna a nuca dele com a mão direita e a esquerda fricciona-o por cima da cueca; o assinante continua na punheta vagarosa, apreciativa, um cima-baixo compassado com a respiração.

O mascarado abre o sutiã, revelando os peitos firmes, e parte para a calcinha, a qual ele desliza pelas pernas e agacha junto com o movimento; quando já completamente nua, ela afasta um pouco as pernas e ele inicia um prazeroso cunnilingus, fazendo com que ela suspirasse profundamente, fechasse os olhos e apertasse a cabeça dele quase que no meio de sua bunda. Entre linguadas & chupadas, dois dedos eram enfiados e posteriormente lambidos, quase que como se quisesse verificar se ele estava fazendo direito – e dado o brilho, estava. Logo, retomava a completa chupação com o rosto completamente enfiado; o assinante agora punhetava-se um pouco mais rápido, dando pequenos apertos na cabeça do pau.

Ainda que parecesse extasiada com o oral que recebia, ela o levanta pelo queixo e o empurra na cama, mostrando talento para ser uma futura dominatrix se assim desejasse; o mascarado jogado permanece imóvel, entregue a sorte da vontade dela – para quem assistia, eles estavam horizontalmente alinhados. Ela sobe na cama e trata de retribuir a chupada, fazendo um boquete inspirado, produzindo um som como se estivesse desentupindo uma gota de porra antiga, não muito babado, mas também não tão seco; o assinante reduz um pouco a punheta, não tinha a visão que desejada da bunda de quatro, que mostraria o cu e a buceta completamente abertos, portanto, através de um chat exclusivo, ele pede que se deitem na vertical, algo prontamente atendido assim que foi notado.

0010h. O mascarado talvez não fosse aguentar muito tempo, dado a qualidade daquela boca, então, para que não perdessem tempo, ela apenas engatinha por cima dele, apoia em seu tórax e busca uma cavalgada; o pau é engolido pela buceta encharcada até sua base. O movimento é devagar, o quadril subindo e descendo calmamente, aproveitando toda a extensão daquela rola, dando a impressão até de que escaparia, entretanto, ela sabia o que fazia. O mascarado, por sua vez, limitava-se a deslizar as mãos pelas costas, cintura e bunda, e quando parava na bunda, puxava as nádegas uma para cada lado para que a exibição fosse completa; o assinante agora aumenta consideravelmente o ritmo da punheta, deixando a respiração ofegante, um indício de que gostava do que via.

A cavalgada ganha intensidade e força, nada da delicadeza do início. O casal afina a metida e ela vai de encontro a ele: O pau indo de encontro à buceta. As mãos não deslizam mais, repousam completamente na bunda, fazendo força na descida, sobrando, inclusive, um dedo vadio no cu que arrancava uns gemidos mais altos. Ela, então, deita sobre ele e alterna para movimentos curtos e rápidos, quase que descontrolados, porém, instintivos. Mete. Mete. Mete. Mete. Rebola. Mete. Mete. Mete. Grita. Mete. Mete. Mete. Até que para em cima dele num pequeno espasmo; o mascarado, que aguentava mais do que aparentara anteriormente, toma controle da foda e inicia a mesma série de movimentos rápidos, com o pau entrando fundo, saindo duas vezes de lá e quase errando o buraco na volta, e parando repentinamente dentro dela, seguindo de um longo suspiro; o assinante seguia o que via punhetando-se mais rápido agora, agressivamente, esquecendo-se da tendinite que possuía, possivelmente imaginando-se numa dupla penetração no cu que ele vivia a imaginar comprimindo o próprio pinto. Quinze segundos depois, o mascarado retira o pau que amolecia lá dentro e deixa vazar o gozo branco, branquinho, líquido, contrastando com o tom mais avermelhado que a buceta ganhara; o assinante goza em si, aliviando-se na altura do umbigo, um gozo espesso, viscoso, acumulado de dias.

0020h: A cena final foi o pau recém-saído. O casal não se despede, cumpre apenas o que é estabelecido; o assinante se limpa com o papel que foi posto ao lado do monitor e sobe shorts e cueca.

À 0022h a transmissão é encerrada completamente.

Fim do voyeurismo virtual.

pietro

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